PlotCast Drops #11 – O Despertar da Força

PlotCast-Drops-11_site

Além da Força, o episódio VII despertou uma nova geração de fãs de Star Wars.

Seja bem-vinda, seja bem-vindo ao PlotCast Drops!

Eu sou o Alexandre Kirst e hoje seguimos falando sobre Star Wars! Esse é o segundo PlotCast dedicado ao mês de Star Wars aqui no Plots. No episódio passado, o assunto foi Kylo Ren. Neste, vamos conversar sobre o episódio VII, O Despertar da Força. Afinal, nada melhor que nos prepararmos para Os Últimos Jedi ao refletir sobre o filme anterior, não é mesmo?

Antes, quero reiterar aqui que o Drops é tanto um podcast quanto um texto. Basta acessar plots.com.br para conferir todo o nosso conteúdo. Além disso, assine nosso feed no iTunes ou no seu agregador preferido de podcasts. Você ainda pode nos ouvir diretamente pelo soundcloud.com/plotcast. Certo? Então vamos falar sobre Kylo Ren!

Encontre o PlotCast

> ESCUTE NO SOUNDCLOUD

> ESCUTE NO IPHONE/IPAD/ITUNES

> ESCUTE NO ANDROID

> ASSINE O FEED




A relação Disney x Star Wars.

O Despertar da Força foi o responsável por revitalizar a franquia Star Wars. Introduziu o universo criado lá na década de 70, por George Lucas, a uma nova geração. Algo parecido já havia ocorrido com os episódios I, II e III, entre as décadas de 90 e 2000. Mas, como se sabe, essa trilogia, a dos prequels, não foi bem aceita pelos fãs já estabelecidos da franquia. O que garantiria que uma nova sequência de filmes iria se tornar um sucesso?

Desenvolver um projeto dessa magnitude, com tamanha base de fãs e, principalmente, com uma experiência anterior que deixou a desejar é para quem coragem, muita coragem. A história de O Despertar da Força inicia quando a Disney adquire a LucasFilm diretamente de George Lucas. Com isso, todos os direitos sobre Star Wars passaram à empresa do Mickey.

Lembro quando saiu essa notícia. Os fãs de Star Wars ficaram divididos. Novos filmes ambientados na galáxia muito, muito distante seria algo legal. Mas o medo destas novas produções não se sustentarem dentro do universo canônico também era real. Logo na sequência, a nova LucasFilm, agora já subsidiária da Disney, tomou uma atitude importante: o universo expandido de Star Wars foi rebaixado ao nível de lenda. O cânone narrativo passou a ser composto apenas pelos filmes e pela série The Clone Wars que era exibida na época. Como explicar a um fã que todos os livros, jogos, HQs e outras mídias de Star Wars que ele acompanhou por mais de 30 anos deixaram de ser consideradas oficiais?

O fato é que essa decisão sobre o cânone de Star Wars se provou acertada. O universo já estava saturado e repleto de incongruências. Livros desmentiam séries, que discordavam de jogos, que por sua vez entravam em conflito com os próprios filmes. O universo de Star Wars estava uma bagunça. O reset patrocinado pela Disney era necessário. É lógico, novas histórias e mídias surgiriam e complementariam o universo canônico de Star Wars. A principal delas seria O Despertar da Força.

O início de O Despertar da Força.

Pouco tempo depois foi revelado que JJ Abrams seria o diretor do filme. Então foi divulgado o elenco. Muitas caras novas, atrizes e atores com pouca rodagem no mercado de Hollywood, como Daisy Ridley e John Boyega, responsáveis por Rey e Finn, respectivamente. Para completar o casting, é lógico que a tríade Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford não poderia faltar. Isso sem falar em Anthony Daniels, o C3PO, Peter Mayhew, nosso querido Chewie, e Kenny Baker, o R2-D2.

O clássico, o original, o tradicional encontrava o novo. Desde o elenco até à trama. Afinal, como o título do filme sugere, deve haver um despertar. Mas toda a história gira em torno da busca por Luke, o lendário cavaleiro que derrotou o Império, mas caiu em ruína ao ter sua academia de formação jedi dizimada por um aluno seduzido pelo lado sombrio. Esse aluno é Kylo Ren, claro. Filho de Leia e Han e, portanto, sobrinho de Luke. Está estabelecida a ligação com o que nós, fãs, conhecíamos.

Considero este um dos grandes acertos de JJ e da equipe criativa por trás de O Despertar da Força. O cânone foi valorizado. Vemos no episódio VII elementos fundamentais de Star Wars. Kylo Ren, como comentei no episódio passado do PlotCast, é assombrado pela figura de Darth Vader, tendo inclusivo o capacete do avô como lembrança constante. Rey se depara com o clássico sabre de luz construído por Anakin, resgatado por Obi-Wan, passado para Luke e perdido na luta contra Vader. R2-D2 e C3PO, os droids presentes em todos os filmes da franquia, também estão aqui. Até mesmo a frase “I have a bad feeling about this”, “tenho um mau pressentimento sobre isso”, também é proferida no filme.

O Despertar da Força valoriza o cânone de Star Wars.

O Despertar da Força é construído por meio de todos os principais elementos que caracterizam o cânone de Star Wars. Toda a trama está envolta a eles, seja personagens, sabres, capacetes ou diálogos. É Star Wars no mais puro DNA. E, claro, passa por este episódio VII a renovação da franquia. E os bastões são muito bem passados adiante. Rey, Finn, Poe Dameron, Kylo Ren, BB-8. Todas essas caras novas tem fortes relações com as figuras antigas que agora representam.

Passado dois anos do lançamento de O Despertar da Força, não cabe fazer juízo de valor da produção. Ao menos, não neste episódio do PlotCast. Quero, sim, alertas para a importância da sequência da mitologia de Star Wars. Este episódio VII foi fundamental para fortalecer a cultura de Star Wars. E é muito bacana que ele foi desenvolvido a partir da valorização do clássico, do canônico, daquilo estabelecido há 40 anos atrás.

Para mim, O Despertar da Força é um dos melhores filmes de Star Wars já produzidos. Está no meu top 3. Também pela importância dele fora das telas. Afinal, Star Wars é mais do que um filme. E nesse aspecto a Disney está dando aula. Além da Força, o episódio VII despertou uma nova geração de fãs de Star Wars.

Considerações finais.

Muito obrigado a você que me acompanhou no PlotCast Drops! Além de produzir conteúdo para o Plots eu também sou escritor e autopubliquei meu primeiro livro em formato ebook na Amazon. Trata-se de Cronolapso, o apocalipse do tempo. Uma história que pensa o fim do mundo de uma maneira bem peculiar. Você pode saber mais sobre o Cronolapso em www.cronolapso.com.br.

E claro, também temos as redes sociais do Plots. Curta em fb.com/siteplots e siga-nos no Instagram @plotcast. Assine o nosso feed no seu aplicativo de podcast. Nos classifique no iTunes, isso ajuda muito a atingirmos um público maior. Também compartilhe os programas com os seus amigos e deixe as suas impressões aqui nos comentários. Dito isso, reitero que todo o nosso conteúdo sempre se encontra em plots.com.br. Acessa lá!

E você ainda pode nos ajudar no Padrim! Acesse padrim.com.br/plots e veja as recompensas. Certo? Eu, Alexandre Kirst, fico por aqui. Muito obrigado pela sua audiência e sexta que vem estarei de volta no PlotCast Drops!

TEXTO, NARRAÇÃO E EDIÇÃO: Alexandre Kirst

TRILHA SONORA: John Williams – The Force Awakens Original Soundtrack

TRILHA SONORA: Ross Bugden – Fall (licensed under a ‘Creative Commons Attribution 4.0 International License) – www.youtube.com/channel/UCQKGLOK2FqmVgVwYferltKQ

Nossas redes sociais

> Página no Facebook

> Canal no Youtube

> PlotCast no Soundcloud

> Feed no iTunes

Alexandre Kirst
Alexandre Kirst
Um publicitário apaixonado pela intensidade das palavras.