PlotCast Drops #07 – Blade Runner pré-2049

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Vai assistir ao Blade Runner 2049? Então acompanhe este PlotCast Drops primeiro.

Seja bem-vinda, seja bem-vindo ao PlotCast Drops!

Eu sou o Alexandre Kirst e, como você já sabe, esse é o mais recente formato aqui do PlotCast. Episódios mais curtos, mais diretos, mais intimistas. Toda sexta-feira o PlotCast Drops estará no seu feed! Aliás, falando nisso, assine o nosso feed. O link está aqui na descrição do programa. Com isso, você pode acompanhar todo o nosso conteúdo. Além disso, você pode nos ouvir no soundcloud.com/plotcast ou diretamente no nosso site, o www.plots.com.br.

Uma coisa legal aqui do Drops é que você pode consumir tanto o áudio quanto o texto. Pra quem já segue a mídia podcast, já faz parte do cotidiano o conteúdo em áudio. Entretanto, muita gente não tem esse costume. Pensando nisso, o PlotCast Drops apresenta o mesmo conteúdo aqui narrado em formato de texto, ali no post no nosso site. Ou seja, o Drops é tanto um podcast quanto um artigo de texto! E no site, além do PlotCast, você encontra textos, vídeos e outros podcasts, como é o caso do Um Pixel Solitário. Acessa lá que sempre tá rolando algo bacana!

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O legado de Blade Runner.

Blade Runner não é o mais acessível dos filmes. Lançado originalmente em 1982, na época não foi um grande sucesso de bilheteria. Entretanto sua base de fãs foi crescendo ao longo do tempo, a ponto de ser considerado um clássico do cinema. A ponto, inclusive, de ser realizada uma sequência. O que quero falar nesse episódio do PlotCast Drops é exatamente sobre essa transição do filme original para o Blade Runner 2049.

O que se percebe desde os primeiros trailers é a fidelidade com o primeiro Blade Runner. Atmosfera, cores, mundo, objetos. Nota-se que o Blade Runner 2049 é um filme feito para os fãs. Na verdade, é feito de fãs para fãs. Em diversas entrevistas o diretor franco- canadense Denis Villeneuve tem falado sobre essa situação. Ele comenta que o Blade Runner original, de Ridley Scott, é uma das suas grandes referências no cinema. De forma semelhante, Jared Leto e Ryan Gosling, que estão presentes neste 2049, também fazem questão de exaltar a importância do clássico em suas carreiras.

Eu destaco esse fato para corroborar a ideia de que, aparentemente (afinal, ainda não o vi), é um filme que respeita o cânone. As mentes responsáveis por este 2049 já haviam sido conquistadas pelo Blade Runner original. Entretanto, como já citei, ele não é o mais acessível dos filmes. Trata de diversos temas filosóficos, existenciais, tecnológicos e sociológicos. A narrativa é complexa. E é lógico que a sequência deve apresentar uma atmosfera tão profunda quanto.

A preparação para Blade Runner 2049.

Aliás, já apresenta. A Warner, produtora dessa sequência, liberou três curtas, dois em live action e um em animação, que narram a transição entre os anos 2019 (era do Blade Runner original) e 2049 (claro, tempo do filme que estreia agora). Dessa forma, há uma espécie de preparação antes do público chegar ao cinema e assistir ao Blade Runner 2049.

Se você não viu o clássico de 1982, vái lá. Assista. Esse, óbvio, é o primeiro passo da preparação. O seguinte é acompanhar os três curtas lançados pela Warner. Eles nos introduzem ao que o 2049 se propõe a refletir. Mostram como a narrativa do filme pode ser ambígua. E, além disso, não é apenas um extra de DVD. É um conteúdo central para o entendimento da história. E, claro, é capaz de gerar um incrível hype. Fazer as pessoas conversarem sobre o filme e aguardarem o seu lançamento. Mais ou menos como o que estou fazendo aqui, afinal de contas.

Não quero dar nenhum tipo de spoiler desses curtas, muito menos do Blade Runner original. Quero, sim, atentar para os questionamentos que essa franquia é capaz de trazer para nós. Um deles é exatamente pensar no que nos define como humanos, em seres pensantes, em indivíduos providos de livre arbítrio. Um elemento que me fascina é a aura ambígua dos replicantes e, portanto, seres artificiais e robóticos, que faz com que nunca saibamos se eles são os vilões ou os verdadeiros heróis. Essa característica peculiar não os deixam mais humanos do que os próprios humanos?

Considerações finais.

Muito obrigado a você que me acompanhou no PlotCast Drops! Caso você não saiba, além de gerenciar o Plots eu também sou escritor e publiquei meu primeiro livro recentemente. Chama-se “Cronolapso, o apocalipse do tempo”. Se quer saber mais sobre o Cronolapso, e, porque não, sobre os personagens de Cronolapso, basta acessar o site oficial do livro www.cronolapso.com.br.

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TEXTO, NARRAÇÃO E EDIÇÃO: Alexandre Kirst

TRILHA SONORA: Ross Bugden – Shoot on Sight (licensed under a ‘Creative Commons Attribution 4.0 International License) – www.youtube.com/channel/UCQKGLOK2FqmVgVwYferltKQ

TRILHA SONORA: Ross Bugden – Fall (licensed under a ‘Creative Commons Attribution 4.0 International License) – www.youtube.com/channel/UCQKGLOK2FqmVgVwYferltKQ

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Alexandre Kirst
Alexandre Kirst
Um publicitário apaixonado pela intensidade das palavras.