Ao conectar os pontos da criatividade e da disciplina nós avançamos o mundo.

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Eu sou o Alexandre Kirst e, como você já sabe, esse é o mais recente formato aqui do PlotCast. Episódios mais curtos, mais diretos, mais intimistas. Com uma periodicidade semanal, toda sexta-feira o PlotCast Drops estará no seu feed! Aliás, falando nisso, assine o nosso feed. O link está aqui na descrição do programa. Além disso, você pode nos ouvir no soundcloud.com/plotcast ou diretamente no nosso site, o www.plots.com.br. No site, além do PlotCast, você encontra textos, vídeos e outros podcasts, como é o caso do Um Pixel Solitário. Acessa lá que sempre tá rolando algo bacana!

Semana passada compartilhei aqui no PlotCast Drops um pouco da minha jornada ao escrever o “Cronolapso, o apocalipse do tempo”, meu primeiro livro. Recomendo a você ouvi-lo, pois o programa pode te apresentar uma nova perspectiva sobre o exercício da escrita. Em suma, o Cronolapso trata-se de uma obra de ficção científica que eu auto-publiquei, no formato ebook, na Amazon. Se você quiser saber mais, é só acessar cronolapso.com.br. A versão final ficou com cerca de 65 mil palavras. Isso quer dizer que o processo de escrita levou alguns bons meses. E um elemento foi fundamental para a ideia virar uma história: disciplina.

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Escritor é aquele que escreve.

No episódio de hoje quero avançar esse meu posicionamento. Comentei que escrevi o Cronolapso sob um sistema, até certa forma, rígido. Escrevia de 1000 a 1200 palavras por dia. Folgava nos finais de semana. Segui um cronograma semelhante ao de qualquer trabalho, pois foi assim que encarei a minha relação com o ofício de escrever. De maneira simplista, podemos pensar o seguinte: um vendedor atende ao público, apresenta determinado produto ou serviço e, porventura, vende; um professor estuda, prepara aulas, leciona; um esportista treina, treina, treina um pouco mais, para quando as competições chegarem ele possa estar preparado. O que você espera que um escritor deva fazer? Eu acho que escritor é aquele que escreve. E foi isso que eu fiz.

É lógico, é preciso particularizar ofícios, funções, profissões. E aqui chego ao ponto principal do meu argumento, que é a criatividade. Às vezes ela é vista com um glamour que não se sustenta na prática. Acredito que a criatividade é sempre bem-vinda. Em qualquer função. Não somente naqueles ofícios em que ela seria intrinsecamente necessária.

Explico: como sou publicitário, vou tomar essa área como exemplo. A criatividade é um fator esperado nesse meio. Você precisa utilizá-la para resolver os problemas dos seus clientes. Você precisa pensar em uma campanha, um anúncio, um comercial que vá vender um produto ou um serviço. Certo. Portanto, a criatividade é um elemento que faz parte do seu dia-a-dia.

Mas você nunca foi atendido por um vendedor que te apresentou determinado produto de uma maneira tão diferente que foi impossível não levar tal produto pra casa? Ou então nunca teve um professor ou uma professora que dava aulas tão inspiradoras a ponto de te conquistar com o conteúdo? Nunca viu atletas tomarem decisões pouco usuais e triunfarem por conta dessas decisões?

Esses exemplos podem ser vistos como o emprego da criatividade pode enriquecer ou, no mínimo, trazer uma nova perspectiva a algo já estabelecido. E essa pode ser uma descrição honesta de criatividade. Entretanto, eu gosto muito da definição do Steve Jobs a ela. Para ele, criatividade é conectar os pontos.

Sobre criatividade e disciplina.

Entretanto, a criatividade por si não resolve nenhum problema. Ela não cria nada. Ela precisa de ação. Nesse sentido, defendo a dicotomia formada por criatividade e disciplina. É lógico que ter sacadas legais e ideias diferentes é muito bacana. Mas só elas não vão muito além de um mero pensamento, um mera ideia. É a atitude que vai transformá-las em algo em si.

Às vezes esperamos o momento certo para aquela super ideia que tivemos há um tempo virar realidade. Mas sinto te desapontar: esse momento não vai chegar. O momento é você quem cria. As oportunidade existem, claro, e elas não podemos controlar. Mas é aqui que defendo a disciplina. Com disciplina você vai estar preparado para aproveitar as oportunidades. Com disciplina e criatividade você, de fato, cria os seus momentos.

Com isso em mente, acredito que a disciplina é tão ou talvez até mais importante do que a criatividade. Uma ideia vale pouco. Uma ideia é um conceito abstrato. É a disciplina que vai transformá-la em algo tangível. Ao conectar os pontos da criatividade e da disciplina você avança o mundo.

Muito obrigado a você que me acompanhou no PlotCast Drops! Se quer saber mais sobre o Cronolapso, basta acessar o site oficial do livro www.cronolapso.com.br. E claro, também temos as redes sociais do Plots. Curta em fb.com/siteplots e siga-nos no Instagram @plotcast. Assine o nosso feed no seu aplicativo de podcast. Nos classifique no iTunes, isso ajuda muito a atingirmos um público maior. Também compartilhe os programas com os seus amigos e deixe as suas impressões aqui nos comentários. Dito isso, reitero que todo o nosso conteúdo sempre se encontra em plots.com.br. Acessa lá!

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TEXTO, NARRAÇÃO E EDIÇÃO: Alexandre Kirst

ARTE DA CAPA: Divulgação Cronolapso

TRILHA SONORA: Ross Bugden – Last Dawn (licensed under a ‘Creative Commons Attribution 4.0 International License) – www.youtube.com/channel/UCQKGLOK2FqmVgVwYferltKQ

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Alexandre Kirst
Alexandre Kirst
Um publicitário apaixonado pela intensidade das palavras.